Nunca fiz muitos planos a longo prazo. Nunca idealizei datas, momentos. Simplesmente deixo acontecer. Acho que essa é a graça da vida. Ser surpreendido pela vida, pelos momentos, pelas experiências. Nunca havia idealizado nada a respeito da minha vida acadêmica. Que área gostaria de seguir, que tipo de jornalista queria ser, em que veículo gostaria de trabalhar. Sempre deixei as portas abertas para o que viesse a acontecer.
Hoje, na minha colação de grau, pude reforçar essa ideia. O quanto é bom deixar a vida te surpreender, deixar as coisas simplesmente acontecerem. Não foi como a apresentação de conclusão de curso, mas a sensação da formatura também é excelente. O eterno frio na barriga, a incerteza e insegurança do momento. Mas posso dizer: que sensação maravilhosa. E o mais maravilhoso de tudo foi poder compartilhar isso com meus amigos e minha família.
Mais importante que ter concluído uma etapa, me formar, pegar um diploma, foi ver que meus amigos estavam lá comigo, mais uma vez, me dando força, me apoiando, me aplaudindo. Amigos por quem eu mato e morro por eles e sei que eles fazem o mesmo por mim. Não sou ninguém sem esses amigos. Pelo contrário: o que eu sou hoje, devo grande parte a eles.
Creio que eu não poderia querer momento melhor. Me formar com uma turma excelente, de quem tenho orgulho de TODOS e sei que darão excelentes profissionais. Aliás: essa galera já me enche MUITO de orgulho, ver o que já fazem em seus estágios, em suas profissões, em suas lutas diárias. Não queria, de maneira alguma, uma turma diferente para me formar. Também não imaginei que fosse encontrar nesse curso, nesses quatro anos, pessoas que se tornariam tão importantes, tão inspiradoras, tão significantes pra mim. Principalmente nos últimos semestres de faculdade.
Sou um cara que tem MUITO mais a agradecer do que a pedir qualquer coisa. Tenho que agradecer a aqueles que sempre me apoiaram, que sempre estiveram ao meu lado, aos que ajudaram a construir essa pessoa que sou hoje. Uma pessoa de quem me orgulho de muitas coisas e tenho certeza que meus pais se orgulham bastante.
Sei que é uma grande realização para os meus pais, me verem pegar um diploma de ensino superior, oportunidade a qual eles não tiveram possibilidade. Sei que muitas vezes não demonstro o valor que dou a todos os esforços feitos por eles. Tenho grandes dificuldades em me expressar por meio de gestos, sentimentos. Principalmente quando o assunto é sentimento. Uma contradição, né? Um jornalista assumir que não consegue se expressar. Pensando melhor, a grande verdade é que tenho dificuldades em demonstrar. E minha expressão flui nas letras, uma após a outra, dando formas à minha gratidão aos meu progenitores.
São espelhos para mim. Assim como não poderia desejar amigos melhores, uma ocasião melhor, uma turma melhor, não poderia imaginar pais melhores. Valorizo muito e sou EXTREMAMENTE grato a tudo que fizeram por mim. Novamente, recorro ao clássico chavão desse blog: palavras são insuficientes para descrever o tamanho da minha gratidão e do carinho que tenho por eles. Sei que muitas, muitas vezes não demonstro. Que sou rude, que sou frio, que sou indiferente ou distante. Reconheço. Quero mudar, voltar a ter a convivência que eu tinha com toda a família aos meus 12 anos de idade. Quando a grande preocupação era: onde vamos almoçar nesse final de semana e que filme da locadora nós pegar para assistir todos juntos?
Sim, um jornalista. Ainda me perco no significado dessa afirmação. Me sinto inseguro. Muitos acham que eu tenho um ego enorme, maior do que o meu 1,80 metro de altura. Talvez, essa seja apenas uma forma de esconder minha insegurança. Mas o que espero, do fundo do coração, é que um dia eu possa orgulhar meus colegas do tanto que eles me orgulharam durante esses quatro anos de faculdade e continuam me orgulhando. Dois grandes super heróis são jornalistas. Não tenho a pretensão de salvar o mundo. Mas tenho sim a pretensão de fazer a diferença. Nem que seja, fazendo a diferença para mim. Fazendo a diferença para mim, sei que estarei realizando um bom trabalho e, consequentemente, alguém será beneficiado com isso. E para essa pessoa, eu fiz a diferença. E ao olhar para trás, me orgulharei do caminho que trilhei. E sempre com os meus amigos. Se eles soubessem a força que me dão...
E no final, tudo que resta, são meras divagações. São sonhos. São ambições, audácias. Resta a vontade, a garra e a determinação. Mas resta ainda, o medo, a incerteza e a insegurança. Porém, nada sobressairá aos sonhos e à vontade de fazer a diferença. É isso que realmente eu espero e desejo. A todos.
Como disse no início, a única coisa que eu tenho a fazer, principalmente nesse momento, é agradecer. E tentar lidar com essa sensação tão boa de dever realizado. De ter feito a diferença. Pelo menos para os meus pais, para mostrar que todo o esforço deles, valeu a pena. Que valeu a pena acreditar em mim, apostar nas minhas loucuras.
Sim, um jornalista. E no fim, o que restam, são divagações e um futuro a ser explorado.
quinta-feira, 15 de março de 2012
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Vamos nos permitir
Voltei para casa hoje pensando nas mudanças que a vida nos proporciona. Mudanças são coisas que geralmente assustam a todos. Não sei se assustar seria a palavra certa. É difícil manter-se indiferente diante de transformações eminentes. Enfrentar algo que não temos o controle pode nos causar insegurança, dúvida se dará certo ou não, se gostaremos ou não.
Alguns já sabem, viajarei agora em janeiro para algumas cidades europeias. Todos que me conhecem bem, sabem do meu prazer (na realidade, do meu vício) em viajar e em vivenciar novas experiências. Já viram ou ouviram falar das loucuras que já vir por e em viagens. Me orgulho e faria tudo de novo, se brincar até mais intensamente. Mas isso não vem ao caso, não é o foco deste post.

Como já disse Lulu Santos:
"Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir" (Tempos Modernos)
Tudo para começar 2012 enfiando o pé na porta. E eu começarei. Tatuado e com uma viagem internacional na bagagem. Pelo visto, tem tudo pra ser um bom ano. E eu espero que seja. Para todos.
Alguns já sabem, viajarei agora em janeiro para algumas cidades europeias. Todos que me conhecem bem, sabem do meu prazer (na realidade, do meu vício) em viajar e em vivenciar novas experiências. Já viram ou ouviram falar das loucuras que já vir por e em viagens. Me orgulho e faria tudo de novo, se brincar até mais intensamente. Mas isso não vem ao caso, não é o foco deste post.Nas últimas semanas, conversando com amigos meus e acompanhando redes sociais, percebi que não sou só eu que estou nessa fissura por mudanças. Muitos amigos meus estão se permitindo. Arriscar, sair da rotina, do marasmo e da chatice que muitas vezes domina nossa vida.
Isso me deixou muito contente. Mudança que são tomadas em cima da hora, na loucura. Novas posturas em relacionamentos; cortar, raspar ou apenas mudar a cor do cabelo; colocar um piercing ou fazer uma tatuagem; viajar com amigos para uma chácara no interior, passar a virada do ano no Rio de Janeiro ou fazer uma viagem internacional; ir a um badalado festival de música ou criar coragem e mudar de emprego.

Vi todas essas coisas acontecerem nas últimas semanas, assim como algumas delas ainda acontecerão nas próximas. Acho que a melhor coisa que vi em 2011 foi ver essa onda repentina de pessoas se permitindo fazer algo diferente, decididas de última hora. Muito me alegra isso. Dizem que quando você gosta MUITO de algo, você deseja que todos tenham a mesma sensação de felicidade que você experimenta. É exatamente isso que aconteceu comigo e me motivou a fazer mais essa divagação. Pessoas que estão dispostas a fugir dos padrões em busca do prazer pessoal. Prazer pessoal. Só isso, nada mais. Algo tão simples, tão essencial e delicioso, mas que, por vezes, se torna difícil de alcançar.
Como já disse Lulu Santos:
"Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir" (Tempos Modernos)
Tudo para começar 2012 enfiando o pé na porta. E eu começarei. Tatuado e com uma viagem internacional na bagagem. Pelo visto, tem tudo pra ser um bom ano. E eu espero que seja. Para todos.
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Um projeto, várias mídias
"Começa agora o Cultura Livre no seu charmoso radinho de pilha em High Definition". Não consigo me lembrar de um slogan tão original, criativo e divertido.
Já tem um tempo que eu não consigo atualizar meu blog devido à correria de final de curso e tudo aquilo que eu já disse em outras postagens. Porém, a monografia acabou, tirei 10 e tudo que eu queria era dormir, repor os kilos de sono perdidos durante os últimos meses. Ao finalizar essa etapa, prometi para mim e para os meus amigos leitores que voltaria a escrever por aqui. Procrastinei umas semanas, mas aqui estou, tentando relembrar como se escreve em um blog.
Resolvi voltar às postagens com o que mais finjo saber: mídia. Todos conhecem a minha paixão e o meu vício por coisas que se referem à mídia e à comunicação. E trabalhando na TV Brasil Central, tive a oportunidade de aprender e conhecer muitas coisas. Uma das que mais me chamou a atenção foi o programa Cultura Livre, transmitido pela TV Cultura e retransmitido pela TBC. É um programa de rádio, em um estúdio relativamente simples, filmado com câmeras de celulares, caracteres escritos em uma folha de papel, mostrando o nome da música e do cantor e posteriormente editado e transmitido na televisão.
Nada de grande produção, imagens impecáveis, sem tremor, com enquadramentos padronizados.... Mas também nada de tosqueiras. Ideias simples, um projeto atrativo e com pessoas competentes, que sabem o que estão fazendo. Conduzido por Roberta Martinelli, o Cultura Livre é o melhor exemplo de programa multimídia. Um programa de rádio, que é transmitido via web, pode ser assistido na TV e conta com participações dos internautas via chat line e Skype.
A comunicação, de uma maneira geral, está carente de ideias que surpreendam, que chamem a atenção. É tudo um bando de mais do mesmo. Porém, o Cultura Livre foge a essa rotina. Até mesmo a apresentação da Roberta Martinelli se destaca, pelo menos das rádios que escutamos aqui em Goiânia. Não precisa ser forçado, com gracinhas tolas para ser atrativo. Tampouco formal demais. Creio que não preciso ficar aqui me alongando para mostrar o quanto o programa é original, atrativo e o tanto que me conquistou. Os vídeos postados falam por si.
Só deixo registrado aqui o meu desejo de um dia conhecer, conversar com a galera que produz esse programa e quem sabe um dia trabalhar em uma emissora como a TV Cultura, que já em seu nome demonstra a valorização pelo cenário cultural nacional. Sem dúvida é a emissora que dá maior importância para as manifestações artísticas e o faz com a maior criatividade e qualidade.
Já tem um tempo que eu não consigo atualizar meu blog devido à correria de final de curso e tudo aquilo que eu já disse em outras postagens. Porém, a monografia acabou, tirei 10 e tudo que eu queria era dormir, repor os kilos de sono perdidos durante os últimos meses. Ao finalizar essa etapa, prometi para mim e para os meus amigos leitores que voltaria a escrever por aqui. Procrastinei umas semanas, mas aqui estou, tentando relembrar como se escreve em um blog.
Resolvi voltar às postagens com o que mais finjo saber: mídia. Todos conhecem a minha paixão e o meu vício por coisas que se referem à mídia e à comunicação. E trabalhando na TV Brasil Central, tive a oportunidade de aprender e conhecer muitas coisas. Uma das que mais me chamou a atenção foi o programa Cultura Livre, transmitido pela TV Cultura e retransmitido pela TBC. É um programa de rádio, em um estúdio relativamente simples, filmado com câmeras de celulares, caracteres escritos em uma folha de papel, mostrando o nome da música e do cantor e posteriormente editado e transmitido na televisão.
Nada de grande produção, imagens impecáveis, sem tremor, com enquadramentos padronizados.... Mas também nada de tosqueiras. Ideias simples, um projeto atrativo e com pessoas competentes, que sabem o que estão fazendo. Conduzido por Roberta Martinelli, o Cultura Livre é o melhor exemplo de programa multimídia. Um programa de rádio, que é transmitido via web, pode ser assistido na TV e conta com participações dos internautas via chat line e Skype.
A comunicação, de uma maneira geral, está carente de ideias que surpreendam, que chamem a atenção. É tudo um bando de mais do mesmo. Porém, o Cultura Livre foge a essa rotina. Até mesmo a apresentação da Roberta Martinelli se destaca, pelo menos das rádios que escutamos aqui em Goiânia. Não precisa ser forçado, com gracinhas tolas para ser atrativo. Tampouco formal demais. Creio que não preciso ficar aqui me alongando para mostrar o quanto o programa é original, atrativo e o tanto que me conquistou. Os vídeos postados falam por si.
Só deixo registrado aqui o meu desejo de um dia conhecer, conversar com a galera que produz esse programa e quem sabe um dia trabalhar em uma emissora como a TV Cultura, que já em seu nome demonstra a valorização pelo cenário cultural nacional. Sem dúvida é a emissora que dá maior importância para as manifestações artísticas e o faz com a maior criatividade e qualidade.
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sábado, 6 de agosto de 2011
Um jeito criativo de registrar uma viagem
E pra quem vive reclamando que meu blog tá abandonado.... sim ele realmente está abandonado. É como eu disse em uma outra situação: não me orgulho de certas coisas que faço, mas tenho minhas prioridades. Também não estava achando coisas interessantes pra postar, ou até achava, mas como estava corrido, acabava perdendo a graça do momento.
Mas procrastinando a escrita do meu TCC, passeando pelas redes sociais, vi uma postagem do Marlus Alberto, um videozinho que me ganhou pela descrição: 3 guys, 44 days, 11 countries, 18 flights, 38 thousand miles, an exploding volcano, 2 cameras and almost a terabyte of footage... all to turn 3 ambitious linear concepts based on movement, learning and food ....into 3 beautiful and hopefully compelling short films.....
Gosto muito desse tipo de vídeo, com edições bem trabalhadas, música criada para o próprio vídeo, casando com a edição, uma boa criatividade. Gosto muito e tenho muita vontade de um dia fazer algo legal assim. Quem sabe né? Esse é o primeiro vídeo de uma trilogia. MOVE, LEARN e EAT refletem a viagem realizada por três amigos. Os vídeos estão no perfil de Rick Merek, produtor e diretor dos videos.
Acho que o blog está um pouco abandonado por falta de coisas "simples", porém extremamente bem feitas, legais de se assistir. Atualmente, as únicas coisas que vejo circulando e fazendo sucesso são vídeos pessoas fazendo merda, se dando mal, vlogs e tirinhas como memes batidos. E, querendo ou não, isso já não me atrai há um bom tempo. Não que o blog seja mera reprodução de sucessos da internet. Bom, não vou ficar me explicando sobre os propósitos desse blog, já que nem eu sei ao certo, mas ele é mais pra mim do que pra fazer sucesso e bombar na net. Bom, divagações de lado, fica aqui o terceiro vídeo, EAT:
Mas procrastinando a escrita do meu TCC, passeando pelas redes sociais, vi uma postagem do Marlus Alberto, um videozinho que me ganhou pela descrição: 3 guys, 44 days, 11 countries, 18 flights, 38 thousand miles, an exploding volcano, 2 cameras and almost a terabyte of footage... all to turn 3 ambitious linear concepts based on movement, learning and food ....into 3 beautiful and hopefully compelling short films.....
MOVE from Rick Mereki on Vimeo.
Gosto muito desse tipo de vídeo, com edições bem trabalhadas, música criada para o próprio vídeo, casando com a edição, uma boa criatividade. Gosto muito e tenho muita vontade de um dia fazer algo legal assim. Quem sabe né? Esse é o primeiro vídeo de uma trilogia. MOVE, LEARN e EAT refletem a viagem realizada por três amigos. Os vídeos estão no perfil de Rick Merek, produtor e diretor dos videos.
LEARN from Rick Mereki on Vimeo.
Acho que o blog está um pouco abandonado por falta de coisas "simples", porém extremamente bem feitas, legais de se assistir. Atualmente, as únicas coisas que vejo circulando e fazendo sucesso são vídeos pessoas fazendo merda, se dando mal, vlogs e tirinhas como memes batidos. E, querendo ou não, isso já não me atrai há um bom tempo. Não que o blog seja mera reprodução de sucessos da internet. Bom, não vou ficar me explicando sobre os propósitos desse blog, já que nem eu sei ao certo, mas ele é mais pra mim do que pra fazer sucesso e bombar na net. Bom, divagações de lado, fica aqui o terceiro vídeo, EAT:
EAT from Rick Mereki on Vimeo.
domingo, 22 de maio de 2011
Eh galera, sei que o blog anda completamente abandonado. Mas tentem entender meu lado, não ando tendo tempo pra acompanhar muitas coisas, trabalhando, estudando e fazendo minha monografia. Nem os novos cds das minhas bandas preferidas e as novas edições dos meus quadrinhos estou conseguindo acompanhar. Mas hoje resolvi matar a saudade de escrever coisas aleatórias nesse espaço. E aí pensei: falar sobre o que? E aí, numa conversa que estava tendo com Guilherme Gonçalves, um amigo meu, resolvi tirar do fundo do baú uma idéia de postagem que tinha tido a um tempo atrás mas não tinha levado pra frente.
Gosto muito de ficar observando esse vai e vem de músicos e bandas. O vocalista de uma banda sai, junta com o guitarrista que foi expulso de uma outra e fazem uma terceira banda genial e que faz grande sucesso. Aí resolvi fazer uma brincadeirinha aqui desse troca troca de integrantes no mundo do rock. Vou pegar um guitarrista que participou de algumas bandas que gosto muito pra exemplificar o que estou dizendo.
Ritchie Blackmore é um grande guitarrista, um dos formadores da banda Deep Purple, em 1968. Vão guardando as datas que elas são importantes pra fazer as ligações. Quem não conhece essa música aí hein?
O grupo ficou na ativa, passando por algumas mudanças na formação original, até que em 1975 os músicos dão um tempo com a banda. Cada um vai para novos projetos. Blackmore, nosso foco central até agora, sai do Purple e convida Ronnie James Dio para assumir os vocais do Rainbow. Se segurem, agora o negócio começa a bagunçar, agora começa a suruba.
Nesse mesmo período, David Covedale, que era vocalista do Purple quando a banda acabou, fundou o Whitesnake, junto com o baterista Ian Paice e o tecladista Jon Lord, que também faziam parte do Purple, em 76.
Voltando ao Rainbow: Tudo corria bem até que em 1980 Dio sai da banda e, a convite de Tony Iommi, guitarrista do Black Sabbath, assume os vocais no lugar de Ozzy Osbourne.
A estadia de Dio no Sabbath dura até 1984, quando ele inicia sua carreira solo, lançando o disco Holy Diver
Voltando novamente ao Rainbow: Blackmore segue com a banda, mesmo após a saída de Dio. Cozzy Powell, baterista da banda saiu pouco tempo depois para assumir as baquetas do Whitesnake, no lugar de Paice. Em 1984 ano inicial da carreira solo de Dio, o Deep Purple anuncia seu retorno aos palcos, com Blackmore na guitarra e Jon Lord nos teclados. Neste mesmo ano, Vivian Campbell guitarrista do Whitsnake deixa a banda, indo acompanhar Dio em sua carreira solo.
Lógico que todo esse vai e volta que foi falado aí em cima é algo muuuito resumido, até mesmo porque existem vários outros músicos e bandas envolvidos nessa suruba musical. Depois de tudo isso que foi falado, o Dio voltou novamente ao Sabbath para uma turnê comemorativa, o Blackmore saiu do Purple para fundar o Blackmore's Night, Cozzy Powell faleceu, Coverdale fez um projeto paralelo com Jimmy Page, Vivian Campbell foi pro Thin Lizzy e por aí vai.....
Mas esse resuminho já deu pra perceber o quanto o mundo do rock me encanta e o quanto eu "perco tempo" fazendo essas ligações. Outra coisa: essa galera só sai de uma banda boa pra formar outra tão boa quanto. Bom, pra quem gostou dessa brincadeira, deixe seus comentários aí abaixo, quem sabe não posso voltar e fazer outras postagens nesse estilo?
Gosto muito de ficar observando esse vai e vem de músicos e bandas. O vocalista de uma banda sai, junta com o guitarrista que foi expulso de uma outra e fazem uma terceira banda genial e que faz grande sucesso. Aí resolvi fazer uma brincadeirinha aqui desse troca troca de integrantes no mundo do rock. Vou pegar um guitarrista que participou de algumas bandas que gosto muito pra exemplificar o que estou dizendo.
Ritchie Blackmore é um grande guitarrista, um dos formadores da banda Deep Purple, em 1968. Vão guardando as datas que elas são importantes pra fazer as ligações. Quem não conhece essa música aí hein?
O grupo ficou na ativa, passando por algumas mudanças na formação original, até que em 1975 os músicos dão um tempo com a banda. Cada um vai para novos projetos. Blackmore, nosso foco central até agora, sai do Purple e convida Ronnie James Dio para assumir os vocais do Rainbow. Se segurem, agora o negócio começa a bagunçar, agora começa a suruba.
Nesse mesmo período, David Covedale, que era vocalista do Purple quando a banda acabou, fundou o Whitesnake, junto com o baterista Ian Paice e o tecladista Jon Lord, que também faziam parte do Purple, em 76.
Voltando ao Rainbow: Tudo corria bem até que em 1980 Dio sai da banda e, a convite de Tony Iommi, guitarrista do Black Sabbath, assume os vocais no lugar de Ozzy Osbourne.
A estadia de Dio no Sabbath dura até 1984, quando ele inicia sua carreira solo, lançando o disco Holy Diver
Voltando novamente ao Rainbow: Blackmore segue com a banda, mesmo após a saída de Dio. Cozzy Powell, baterista da banda saiu pouco tempo depois para assumir as baquetas do Whitesnake, no lugar de Paice. Em 1984 ano inicial da carreira solo de Dio, o Deep Purple anuncia seu retorno aos palcos, com Blackmore na guitarra e Jon Lord nos teclados. Neste mesmo ano, Vivian Campbell guitarrista do Whitsnake deixa a banda, indo acompanhar Dio em sua carreira solo.
Lógico que todo esse vai e volta que foi falado aí em cima é algo muuuito resumido, até mesmo porque existem vários outros músicos e bandas envolvidos nessa suruba musical. Depois de tudo isso que foi falado, o Dio voltou novamente ao Sabbath para uma turnê comemorativa, o Blackmore saiu do Purple para fundar o Blackmore's Night, Cozzy Powell faleceu, Coverdale fez um projeto paralelo com Jimmy Page, Vivian Campbell foi pro Thin Lizzy e por aí vai.....
Mas esse resuminho já deu pra perceber o quanto o mundo do rock me encanta e o quanto eu "perco tempo" fazendo essas ligações. Outra coisa: essa galera só sai de uma banda boa pra formar outra tão boa quanto. Bom, pra quem gostou dessa brincadeira, deixe seus comentários aí abaixo, quem sabe não posso voltar e fazer outras postagens nesse estilo?
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terça-feira, 12 de abril de 2011
Mostrando serviço
Nos últimos dias uma coisa tem me chamado muito a atenção. Como todos sabem, não tenho carro e sempre estudei/trabalhei/fui a festas longe de casa. Com isso, acabo percorrendo grande parte da cidade, nos mais variados horários.
Ultimamente ando vendo mais viaturas da PM do que costumava ver a alguns meses atrás. ficam patrulhando dia e noite, passando pelo bairro, dando aqueles sinais de alerta nas regiões mais suspeitas. Só que todos sabem que sou um cara muito desconfiado.Vamos traçar o histórico desse minha desconfiança: Eis, aqui do lado, o brasão da Polícia Militar de Goiás, a qual é uma instituição sólida, que independe da mudança de governos. Aqui abaixo estão as antigas viaturas da PM:
Dá pra ver que a cor das viaturas tem uma ligação com o emblema da Polícia Militar. Encontrava essas viaturas paradas em "lugares estratégicos" de Goiânia, sempre com dois policiais dentro e as vezes fazendo rondas pela cidade, principalmente a noite. Voltando do meu trabalho eu sempre costumava ver uma circulando pela região.
Com o atual governo, as coisas mudaram. Até mesmo o estilo das viaturas. Vejam só:

Deixei essa foto em um tamanha um pouco mairo pra dar pra perceber o que digo. As novas viaturas compradas e adesivadas a um custo de 60 milhões sofreram uma repaginada no visual: sai o vermelho, preto e verde, entra o azul e amarelo. Segundo a imprensa, o azul e amarelo era as cores iniciais da PM. Até colocaram um fusca azul e amarelo em exposição, mostrando como era as primeiras viaturas. Mas não é muita coincidência essas viaturas receberem essas cores, que também são do PSDB, justamente em uma gestão tucana?
Eu não acredito muito nas boas intenções de certos setores da sociedade. Dos políticos então nem se fala. Aí as novas viaturas começaram a rodar intensamente, dia e noite. Não vejo só paradas em praças e em frente a comércios. Ficam circulando pelas ruas. É aí que entra minha desconfiança maior: a PM está empenhada em realizar um patrulhamento eficiente, ostensivo e duradouro ou é apenas para desfilar as novas cores das viaturas, "mostrando serviço" e falando: viu o governo está se movendo e, por último, voltar tudo ao normal? Novamente reafirmo que não confio muito na bondade política, ainda mais pelo que os cidadãos já vivenciaram. Se esse for um trabalho sério e duradouro, não apenas um desfile pra mostrar as novas cores, serei um dos primeiros a parabenizar a atitude. Espero realmente que esse seja um trabalho duradouro. Vamos ver que rumo vai tomar.
Dá pra ver que a cor das viaturas tem uma ligação com o emblema da Polícia Militar. Encontrava essas viaturas paradas em "lugares estratégicos" de Goiânia, sempre com dois policiais dentro e as vezes fazendo rondas pela cidade, principalmente a noite. Voltando do meu trabalho eu sempre costumava ver uma circulando pela região.
Com o atual governo, as coisas mudaram. Até mesmo o estilo das viaturas. Vejam só:

Deixei essa foto em um tamanha um pouco mairo pra dar pra perceber o que digo. As novas viaturas compradas e adesivadas a um custo de 60 milhões sofreram uma repaginada no visual: sai o vermelho, preto e verde, entra o azul e amarelo. Segundo a imprensa, o azul e amarelo era as cores iniciais da PM. Até colocaram um fusca azul e amarelo em exposição, mostrando como era as primeiras viaturas. Mas não é muita coincidência essas viaturas receberem essas cores, que também são do PSDB, justamente em uma gestão tucana?
Eu não acredito muito nas boas intenções de certos setores da sociedade. Dos políticos então nem se fala. Aí as novas viaturas começaram a rodar intensamente, dia e noite. Não vejo só paradas em praças e em frente a comércios. Ficam circulando pelas ruas. É aí que entra minha desconfiança maior: a PM está empenhada em realizar um patrulhamento eficiente, ostensivo e duradouro ou é apenas para desfilar as novas cores das viaturas, "mostrando serviço" e falando: viu o governo está se movendo e, por último, voltar tudo ao normal? Novamente reafirmo que não confio muito na bondade política, ainda mais pelo que os cidadãos já vivenciaram. Se esse for um trabalho sério e duradouro, não apenas um desfile pra mostrar as novas cores, serei um dos primeiros a parabenizar a atitude. Espero realmente que esse seja um trabalho duradouro. Vamos ver que rumo vai tomar.
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terça-feira, 15 de março de 2011
#mobilizagoiás
É, eu sei, o blog tá abandonado, não precisa me lembrar disso. Mas se alguem estivesse trabalhando e estudando o tanto que estou e arrumasse tempo pra postar coisas em blog sem fim lucrativo, aí esse cara seria meu herói. Mas vamos ao que interessa.
Recentemente, por pressão do @CarlosFilhoCom eu abri Twitter e Facebook, estando agora conectado nas principais mídias. Mas vamos direto ao ponto, pois estou em aula e não posso enrolar muito pra fazer esse post. Acordei hoje de manhã e, vendo o Bom dia Goiás, percebi na prática uma coisa que vem sendo comentada dentro da universidade já há algum tempo: a internet pautando as ditas mídias tradicionais.
Uma campanha que começou no Twitter, com a hastag #mobilizagoiás, pretendia protestar contra o preço do combustível em Goiás no dia 15 de março, dia do consumidor (no caso, hoje). Tudo bem que as coisas simplesmente não brotam do nada. Lógico que os organizadores dessa mobilização entraram em contato com o jornal para garantir uma maior divulgação e cobertura. Até mesmo porque a quantidade de informação que gira na internet e a efemeridade dessas informações fazem com que os jornalistas não consigam cobrir ou lembrar de tudo.
Passando pelo local que estava se concentrando o protesto, foi possível perceber que estava mais vazio os postos, porém foi um início tímido de manifestação. Não questiono a validade ou relevancia dessa mobilização, mas o que eu chamo atenção é para a mobilização via internet, com pessoas que nunca se viram, nunca se falaram e nunca vão interagir além de um RT.
Outro ponto a ser destacado é o fato de ações que começam na internet ganherem força aos poucos, chegando ao ponto de interferir nas mídias tradicionais, as quais provavelmente não dariam visibilidade à mobilização.
Foi um tímido começo, mas um começo. E é o exemplo mais próximo que eu vi efetivamente da web pautando a mídia. #ficadica
Recentemente, por pressão do @CarlosFilhoCom eu abri Twitter e Facebook, estando agora conectado nas principais mídias. Mas vamos direto ao ponto, pois estou em aula e não posso enrolar muito pra fazer esse post. Acordei hoje de manhã e, vendo o Bom dia Goiás, percebi na prática uma coisa que vem sendo comentada dentro da universidade já há algum tempo: a internet pautando as ditas mídias tradicionais.
Uma campanha que começou no Twitter, com a hastag #mobilizagoiás, pretendia protestar contra o preço do combustível em Goiás no dia 15 de março, dia do consumidor (no caso, hoje). Tudo bem que as coisas simplesmente não brotam do nada. Lógico que os organizadores dessa mobilização entraram em contato com o jornal para garantir uma maior divulgação e cobertura. Até mesmo porque a quantidade de informação que gira na internet e a efemeridade dessas informações fazem com que os jornalistas não consigam cobrir ou lembrar de tudo.
Passando pelo local que estava se concentrando o protesto, foi possível perceber que estava mais vazio os postos, porém foi um início tímido de manifestação. Não questiono a validade ou relevancia dessa mobilização, mas o que eu chamo atenção é para a mobilização via internet, com pessoas que nunca se viram, nunca se falaram e nunca vão interagir além de um RT.
Outro ponto a ser destacado é o fato de ações que começam na internet ganherem força aos poucos, chegando ao ponto de interferir nas mídias tradicionais, as quais provavelmente não dariam visibilidade à mobilização.
Foi um tímido começo, mas um começo. E é o exemplo mais próximo que eu vi efetivamente da web pautando a mídia. #ficadica
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Life in a Day
Nossa, não sei como esqueci de postar esse projeto fantástico. Na época que ele foi lançado eu estava em uma corria grande com o fim de semestre e a preparação para trabalhar em um festival de culturas tradicionais.
Navegando no youtube hoje percebi um ícone diferente ao lado da logo do site. Para bom entendedor, aquilo era sinal de novidade. Foi aí que eu relembrei do Life in a Day. A idéia basicamente é fazer um longa metragem de maneira colaborativa. Foi feita uma campanha para que no dia 24 de julho de 2010 os usuários do youtube enviassem pequenos vídeos do seu dia.
A partir daí, começou um trabalho extenso de decupagem dos mais de 80 mil vídeos enviados, totalizando quase 5 mil horas. Com a direção do Ridley Scott e Kevin Mcdonald, de todos os vídeos, 1025 tiveram cenas compuseram o filme final de 90 minutos que estreia hoje, 27/01/11, no Festival Sundance.
(Se tiver sem legenda, basta apertar no símbolo CC)
A exibição do vídeo no festival será transmitida ao vivo pelo youtube hoje a noite. Para mais informações é só entrar no canal do Life in a Day e conferir. Para quem perder a estreia, posteriormente o filme será divulgado no youtube, legendado em 25 idiomas diferentes.
Adoro pessoas ousadas e criativas, já falei isso várias vezes em vário posts. Fazer um longa metragem com uma sequência narrativa, de vário vídeos enviados, nas mais diferentes qualidades, mas mais diferentes línguas, de forma a representar um dia na Terra, realmente é de se admirar a iniciativa.
Essa história de vídeos coletivos já tem rolado a um tempo na internet e é algo que sempre gera uma grande resposta positiva se souber ser bem feito. Exemplos disso são os vídeos do MysteryGuitarMan e do Sour, fazendo um clipe musical usando imagens de várias webcams que ia se completando. Pra entender melhor é só dar uma conferida nos dois vídeos abaixo:
Navegando no youtube hoje percebi um ícone diferente ao lado da logo do site. Para bom entendedor, aquilo era sinal de novidade. Foi aí que eu relembrei do Life in a Day. A idéia basicamente é fazer um longa metragem de maneira colaborativa. Foi feita uma campanha para que no dia 24 de julho de 2010 os usuários do youtube enviassem pequenos vídeos do seu dia.
A partir daí, começou um trabalho extenso de decupagem dos mais de 80 mil vídeos enviados, totalizando quase 5 mil horas. Com a direção do Ridley Scott e Kevin Mcdonald, de todos os vídeos, 1025 tiveram cenas compuseram o filme final de 90 minutos que estreia hoje, 27/01/11, no Festival Sundance.
(Se tiver sem legenda, basta apertar no símbolo CC)
A exibição do vídeo no festival será transmitida ao vivo pelo youtube hoje a noite. Para mais informações é só entrar no canal do Life in a Day e conferir. Para quem perder a estreia, posteriormente o filme será divulgado no youtube, legendado em 25 idiomas diferentes.
Adoro pessoas ousadas e criativas, já falei isso várias vezes em vário posts. Fazer um longa metragem com uma sequência narrativa, de vário vídeos enviados, nas mais diferentes qualidades, mas mais diferentes línguas, de forma a representar um dia na Terra, realmente é de se admirar a iniciativa.
Essa história de vídeos coletivos já tem rolado a um tempo na internet e é algo que sempre gera uma grande resposta positiva se souber ser bem feito. Exemplos disso são os vídeos do MysteryGuitarMan e do Sour, fazendo um clipe musical usando imagens de várias webcams que ia se completando. Pra entender melhor é só dar uma conferida nos dois vídeos abaixo:
domingo, 16 de janeiro de 2011
Música de brinquedo
Finalizando (pelo menos eu acho) essa sequência de textos sobre música e criatividade, vou falar um pouco do novo trabalho do Pato Fu. Lançado no final de 2010, o disco Musica de Brinquedo me surpreendeu bastante. Fazia tempo que eu não gostava tanto de um cd nacional. A idéia básica é pegar instrumentos de criança, todo e qualquer brinquedo que faça barulho e fazer versões de músicas conhecidas utilizando apenas esses instrumentos e brinquedos. Veja mais alguns detalhes sobre o álbum nas entrevistas abaixo:
É mais um experimentalismo, uma das marcas registradas do Patu Fu. O tempo de trabalho, adaptação dos musicos a esses novos instrumentos, tentar encaixar os ruídos dos brinquedos ao ritmo das músicas foram aspectos que ganharam minha admiração, embora eu não goste muito da banda. Mas valorizo acima de tudo, a coragem de experimentar, arriscar, tentar novas coisas para sair do comum em que se encontra a música nacional nos últimos tempos. Ficam aqui alguns vídeos para mostrar o trabalho desses mineiros. Quem ficar curioso e quiser conferir mais vídeos, dá uma passa no canal não oficial da banda no youtube.
Adoro essa música e a voz da Fernanda Takai me conquistou nessa canção.
E por fim....
É mais um experimentalismo, uma das marcas registradas do Patu Fu. O tempo de trabalho, adaptação dos musicos a esses novos instrumentos, tentar encaixar os ruídos dos brinquedos ao ritmo das músicas foram aspectos que ganharam minha admiração, embora eu não goste muito da banda. Mas valorizo acima de tudo, a coragem de experimentar, arriscar, tentar novas coisas para sair do comum em que se encontra a música nacional nos últimos tempos. Ficam aqui alguns vídeos para mostrar o trabalho desses mineiros. Quem ficar curioso e quiser conferir mais vídeos, dá uma passa no canal não oficial da banda no youtube.
Adoro essa música e a voz da Fernanda Takai me conquistou nessa canção.
E por fim....
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He had it coming
Dando continuidade na série de posts musicais, vamos falar de um gênero de filme que eu não gosto muito: musicais. Mas não gosto de maneira geral, só que tem alguns filmes que eu acho MUITO bons, muito bem feitos e que a música te contagia.
De acordo com a nossa querida wikipédia, "filme musical é um gênero de filme, no qual a narrativa se apóia sobre uma sequência de músicas coreografadas, utilizando música, canções e coreografias como forma de narrativa, predominante ou exclusivamente."
Num tenho muita paciência pra coisas muito alegres, coloridas e teen. Sim, estou falando de High School Musical e coisas derivadas. Também acho desenhos animados, com suas musiquinhas alegres, muito ruins, chatos. Para tudo há um público, e definitivamente eu não sou o público desses exemplos acima.
Mas algumas coisas em cativam profundamente e me fazem baixar o filme, o disco, indicar os vídeos no youtube pra todo mundo e rever várias e várias vezes. E são alguns desses exemplos que eu vou postar por aqui. Começando com o filme The Blues Brothers, porcamente traduzido para "Os irmãos caras de pau". Não vou ficar aqui me alongano com sinopses e comentários sobre o filme, quem quiser entra no link aí no nome do longa metragem. O que importa aqui é divulgar algumas cenas que eu gosto e acho q vale a pena divulgar. A primeira é essa aí de cima, do Blues Brothers. Mas como eu gosto muito das músicas, tanto que o cd da "banda" não sai do meu celular, vou indicar mais uma na sequência.:
Continuando o passeio pelos poucos musicais que eu gosto, aqui vai um do Jack Black, Tenacious D, sempre fazendo piadinhas em situações quase absurdas. Detalhe para o tanto que o muleque que faz o Jack Black quando criança é identico ao músico. Se fosse filho mesmo não seria tão parecido. Outra observação importante a se fazer: com a participação do Dio logo no início, não dá pra perder, né?
E aqui uma das minhas partes favoritas do filme.... FUUUUUUUUUUCK. Gostar desse filme e não saber a letra dessa música não adianta nada.
Por último fica aqui a indicação do filme Chicago, o primeiro musical que me agradou. Mas como não agradar? Assassinatos, cabaré, vida boêmia, mulheres bonitas com danças sensuais... and All the Jazz....
Finalizando com chave de ouro, vou postar a cena de musical que eu mais gostei e mais assisti até hoje, também do Chicago. Por essas mulher eu aceitava as consequências finais, tais como "two warning shots... into his head..." ou o arsênico. Você entenderá o comentário vendo o vídeo abaixo.
De acordo com a nossa querida wikipédia, "filme musical é um gênero de filme, no qual a narrativa se apóia sobre uma sequência de músicas coreografadas, utilizando música, canções e coreografias como forma de narrativa, predominante ou exclusivamente."
Num tenho muita paciência pra coisas muito alegres, coloridas e teen. Sim, estou falando de High School Musical e coisas derivadas. Também acho desenhos animados, com suas musiquinhas alegres, muito ruins, chatos. Para tudo há um público, e definitivamente eu não sou o público desses exemplos acima.
Mas algumas coisas em cativam profundamente e me fazem baixar o filme, o disco, indicar os vídeos no youtube pra todo mundo e rever várias e várias vezes. E são alguns desses exemplos que eu vou postar por aqui. Começando com o filme The Blues Brothers, porcamente traduzido para "Os irmãos caras de pau". Não vou ficar aqui me alongano com sinopses e comentários sobre o filme, quem quiser entra no link aí no nome do longa metragem. O que importa aqui é divulgar algumas cenas que eu gosto e acho q vale a pena divulgar. A primeira é essa aí de cima, do Blues Brothers. Mas como eu gosto muito das músicas, tanto que o cd da "banda" não sai do meu celular, vou indicar mais uma na sequência.:
Continuando o passeio pelos poucos musicais que eu gosto, aqui vai um do Jack Black, Tenacious D, sempre fazendo piadinhas em situações quase absurdas. Detalhe para o tanto que o muleque que faz o Jack Black quando criança é identico ao músico. Se fosse filho mesmo não seria tão parecido. Outra observação importante a se fazer: com a participação do Dio logo no início, não dá pra perder, né?
E aqui uma das minhas partes favoritas do filme.... FUUUUUUUUUUCK. Gostar desse filme e não saber a letra dessa música não adianta nada.
Por último fica aqui a indicação do filme Chicago, o primeiro musical que me agradou. Mas como não agradar? Assassinatos, cabaré, vida boêmia, mulheres bonitas com danças sensuais... and All the Jazz....
Finalizando com chave de ouro, vou postar a cena de musical que eu mais gostei e mais assisti até hoje, também do Chicago. Por essas mulher eu aceitava as consequências finais, tais como "two warning shots... into his head..." ou o arsênico. Você entenderá o comentário vendo o vídeo abaixo.
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