sábado, 11 de dezembro de 2010
Aí sim....
Pra galera que não manda bem no inglês, fica aí a tradução da parte que interessa.
Mark Hoppus : - Então, você ouve muito Justin Bieber?...
Ozzy Osbourne : Quem?!
Mark Hoppus : - Justin Bieber.
Ozzy Osbourne : Quem é essa porra de Justin Bieber?!
Mark Hoppus : Boa! Gostei Dessa Resposta, foi Perfeita!
O sucesso foi tão grande e imediato que já virou até comunidade no orkut, dá um confere aqui.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Ah, o jornalismo... pt2
Como eu disse, é necessário abordar esses temas, pois são muito polêmicos e o eleitor precisa realmente saber. Mas existem tecnicas na hora de se entrevistar, de forma que você não deixe tão evidente a sua intenção ou opinião.
As propostas do Plínio Arruda são bem revolucionárias e eu não estou falando que estão certas ou que estão erradas, mas o que encomodou mesmo nesse vídeo foi essa impressão que eu tive, do jornalista querendo direcionar muito a entrevista para um único foco, o qual ele também conduziu para um lado que colocase o candidado em descrédito.
Bom, eu sou apenas um graduando em jornalismo ainda. acredita nisso que eu falei quem quiser, mas fica a dica pra reflexão.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Ah, o jornalismo
Bom, eu ia fazer esse post ontem mesmo, mas preferi deixar pra hoje porque muita gente já teria discutido, visto no youtube, xingado muito no twitter (sério!) e eu poderia incorporar o vídeo nessa postagem. Obrigado ao pessoal que postou os videos na net. Depois dizem que a internet deixa o povo mais egoísta, individualista. Bom, mas isso é assunto pra outro post, me lembrem, pois há muito tempo eu quero falar sobre essa falácia, mas nunca lembro.
Voltando ao assunto, confiram a entrevista que o Jornal Nacional fez com a candidata a presidência, Dilma Rousseff. Em breve devo voltar postando outras entrevistas com os candidatos, quem sabe fazendo uma comparação entre elas.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Gordo visita Marcelo Tas
O grande desafio é fugir do senso comum. Com a internet, todo mundo sabe tudo. O jornalista tem que se virar para mostra algo que o público não saiba. Ser espontâneo e mostrar conhecimento sobre o que fala e também com quem fala. Isso faz toda a diferença.
Fiz essa divagação toda aí pra postar uma entrevista que eu gostei muito. A um tempo já eu não curtia tanto uma entrevista. Tanto o estilo da entrevista, quanto a edição, as perguntas, o assunto.... Agora, o que me fez gostar tanto dessa entrevista eu acho que foi o entrevistado e o entrevistador.
Muita gente não gosta, mas eu sou fã do João Gordo. O cara fala muito palavrão, fala muita besteira, mas e daí? Acompanho alguns programas dele já tem um tempo, e acho bem legal o estilo de entrevistas dele. Ele sabe bastante coisas, bastante curiosidades, principalmente porque ele vive no meio artístico dos entrevistados. Ele sabe o que não sabemos, e por isso foge um pouco do padrão. O entrevistado eu não preciso nem falar, né? Marcelo Tas dispensa apresentações. Tudo que ele já fez falam por si só. Porém sou tão fã do cara que em breve devo postar mais algumas coisas sobre ele. Bom, agora chega de papo, vamos ao que interessa, a entrevista! Espero que gostem tanto quanto eu.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Estação Goyases
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Conversa Afinada
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Ponto de Cultura ambulante
Rapaz, foi um boneco de ventriloquia que passou na minha escola. Passou um ventrículo e foi incrível que a primeira apresentação que ele fez eu não pude assistir porque tinha que pagar. Pagava muito pouco mais eu não tinha grana. E então ficamos eu e mais uns cinco alunos sem assistir, mas ouvíamos os outros rindo. E no final, quando voltaram para dentro da sala de aula comentaram muito sobre o boneco que falava e eu dizia: "Pô, como é que pode", fiquei impressionado com essa história, como é que pode um boneco falar, não conseguia imaginar. Só que no outro dia para minha surpresa o cara se apresentou novamente e de graça, para todo mundo. Foi maravilhoso. Eu corri e fiquei logo na primeira fila, sentado no chão. Ele começou a brincadeira, e chamou Juquinha, o boneco: "Juquinha acorda, acorda Juquinha, acorda", e o Juquinha nada, não acordava. Ele pedia para a galera gritar: "Acorda Juquinha!" e todo mundo gritava em coro "Acorda Juquinha!" e o boneco não acordava. Eu me levantei, fui até lá e dei um tapa na perna do Juquinha (risadas). Quase que eu derrubo o boneco com o bonequeiro e tudo. Aí, ele acordou assustado com aquilo e eu achei fantástico. Pensei que eu que tinha acordado o Juquinha. (risadas).
Em que cidade foi isso?
Isso foi em Taguatinga, que é uma região administrativa de Brasília, em uma escola pública, dessas muitas escolas que tem por lá.
Há quanto tempo você já está na estrada com essas apresentações?
Olha, aprendendo eu estou desde 1981, acompanhando outras pessoas que eu considero meus mestres. Depois, de 1981 a 1984 eu vivi pelo Nordeste, entre idas e vindas à Brasília, sempre procurando conviver com mestres da cultura popular, mágicos, palhaços, ventríloquos, camelôs, toda essa gente da rua. Em 1985, eu voltei a Brasília e montei o Mamulengo Presepada, que é a brincadeira que eu já faço há 24 anos.
E quais são os temas que você utiliza em suas apresentações?
Olha, são temas universais porque eles cabem bem a qualquer público, em qualquer lugar, qualquer cultura, além dos temas particulares daquela cultura onde estou me apresentando. Então, eu sempre procuro saber, no local onde vou me apresentar, o nome de algumas pessoas, algumas situações que acontecem ali para que dentro da brincadeira eu possa utilizar esses elementos. Assim, eu faço uma comunicação com o particular e ao mesmo tempo universal porque essas coisas vêm desde sempre e estão em toda parte.
Que tipos de bonecos você utiliza durante o show? Quantos são? Tem algum tipo específico?
Olha, na minha mala ficam mais ou menos uns 25 bonecos. Não quer dizer que eu vá apresentar todos eles, todas as vezes que eu abri-la. Eu posso apresentar cinco, dez, quinze, dependendo da brincadeira, de quanto tempo, da situação, da reação do público. Então, tudo isso é muito improvisado, no sentido de que existem muitas possibilidades. Improvisação não é você fazer o dá na cabeça na hora não. Improvisar é você ter um repertório muito grande de possibilidades de atuação e, naquela situação, você usa uma daquelas possibilidades. O público pensa que você está criando na hora que você está improvisando, quando na verdade você está utilizando uma das milhares de possibilidades que você tem para aquela situação. Eu entro no jogo aberto, eu não sei o que vai acontecer quando eu começo a brincar. Eu tenho que ter só um arsenal de coisas e aí eu vou usando de acordo com o sabor do momento.
Como são feitos esses bonecos? Qual matéria você utiliza?
Geralmente é madeira, que é um material resistente, mas pode ser também cabaça, tecido. São sempre materiais orgânicos. Eu nunca utilizo matérias plásticas ou sintéticas. Sempre são materiais orgânicos mesmo, madeira, tecido e metal.
E quanto tempo você demora pra fazer um boneco? Dependendo da cidade você cria um boneco específico?
Depende. Eu já terminei de almoçar, comecei a esculpir um boneco e às duas horas da tarde ele já estava pronto, porque eu queria fazer aquele boneco e ia brincar à tarde. E tem boneco que você leva anos e ele nunca fica pronto. Ele fica te acompanhando o tempo inteiro, mas ele nunca está pronto. Então depende muito, não tem um tempo estabelecido não. Pode ser muito rápido e pode demorar muito.

Por quais lugares você já viajou com esses espetáculos?
Já andei uns vinte países. O Brasil todo, todo, todo, e depois toda a América Latina. Um pouco da América do Norte, e depois a Europa. Falta ainda a África e a Ásia, que eu gosto muito e são lugares que eu pretendo ir ainda, na África e no Oriente.
Como você maneja os bonecos? Como é feito todo o trabalho na apresentação? Você sempre usa bonecos ou às vezes é só você no espetáculo?
Às vezes sou eu usando objetos, mas se você considerar o boneco como um objeto, ou um objeto como personagem, com essa força, com essa anima, com essa alma, pra mim é indiferente. Eu sei que o público distingue o boneco de um objeto, mas eu, quando estou brincando, não distingo. Eu tanto sei que o boneco é um objeto, como eu sei que um objeto tem vida. Aí eu brinco com isso. Então não tem uma maneira, uma técnica para que eu possa falar a respeito. Eu posso falar que com o tempo você vai aprendendo e com a prática você vai sabendo utilizar cada boneco, cada material ou apenas o próprio corpo e aí ele acaba se transformando num meio de expressão também, de acordo com o que todo o público sugere.
Você acredita que essas apresentações de mamulengo sejam eficientes em passar alguma mensagem para as crianças, ou ajudá-las em algum ensino?
Claro, pode ajudar as crianças a dizer "Não" (pequena risada), ajudar as crianças a... eu gosto muito de brincar, a brincadeira do mamulengo é a minha brincadeira. A minha brincadeira é bem pedagógica e as pessoas sempre perguntam isso. O boneco vai cuspir, escarrar, vai arrotar, vai peidar, vai fazer xixi, sabe, essa coisas orgânicas que o ser humano faz mas não gosta de falar, não comenta e muitas vezes reprime. E essa repressão a naturalidade que a gente tem pode causar problemas e até mesmo doenças. Então quando eu brinco e um boneco faz xixi na platéia, e a platéia se diverte a beça com isso, para mim eu estou exercendo uma função educativa, uma função pedagógica. Eu posso não ser politicamente correto para o gosto das professoras do ensino formal ou da maioria dos conservadores, mas com certeza, pelos anos de experiência, eu sei que essas provocações com as professoras e esse convite às crianças para que elas sejam mais espontâneas, eu tenho certeza que isso é educativo.
Você já trabalhou num projeto, um Ponto de Cultura, certo? Conta pra gente como foi esse período.
Eu considero que até hoje eu trabalho em um Ponto de Cultura. Até mesmo porque antes de existir esse nome "ponto de cultura", eu já era de um Ponto de Cultura. É questão de um nome que o Estado, o governo deu a uma coisa que a gente já fazia. Então o ponto de cultura não é uma criação nova e nem ela acabou e nem vai acabar. O Ponto de Cultura é um lugar em que as pessoas se reúnem pra fazer cultura, principalmente uma cultura de algum interesse social, que beneficie a comunidade. Isso foi muito bom. É muito bom que o Estado, que o governo apoie esses grupos para que eles possam se fortalecer e desenvolver bastante o trabalho que já vinham fazendo. Foi o que aconteceu com a gente, nós crescemos imensamente nesse período que tivemos convênio como Ponto de Cultura. Ainda estou dentro dessa rede de Pontos de Cultura, e tenho crescido bastante, conhecido muita gente que faz um trabalho parecido e que tem questões e problemas parecidos. A gente vai encontrando também soluções parecidas para esses problemas. E, sobretudo, o fim dessa sensação de que a gente é só, de que seu trabalho é inglório, que não vai mudar nada. Quando a gente entra na rede a gente vê que tem muita gente fazendo, que tem muita gente mudando e a gente muda também nossa postura.
Você disse que antes de ser dado o nome "Ponto de Cultura", você já se considerava um Ponto de Cultura. Então seria um Ponto de Cultura ambulante?
Isso, exatamente! Um ponto em movimento (risada). Não é um ponto fixo não, é um ponto em movimento, porque onde eu chego, eu me apresento, faço oficinas e, sobretudo, converso com as pessoas. É muito bom conversar com as pessoas sobre a nossa profissão. Em geral, as pessoas tem uma ideia completamente diferente da nossa a respeito do nosso ofício. É bom surpreendê-los também com questões que também são do dia a dia.
Que ideias diferentes as pessoas têm da sua profissão?
As pessoas pensam que artistas, no geral, são portadores de um dom, de alguma qualidade especial ou diferenciada e, na verdade, isso é falso. Os artistas são operários, como eu disse, que trabalham com essa matéria-prima que é o sentimento humano, que são os jogos, as relações. Sem dúvida é uma profissão privilegiada, mas no sentido de que nós podemos nos comunicar com muitas pessoas ao mesmo tempo. Um pedreiro dificilmente faz isso, ou dificilmente a pessoa reconhece na parede uma comunicação do pedreiro com quem habita aquela casa. Artista é uma prática como qualquer outra profissão com um conhecimento que precisa ser desenvolvido.
Então, só para finalizar a conversa, eu gostaria que você deixasse alguma mensagem, um recado para esse público que assistiu você hoje.
É possível. Quem estiver interessado em fazer qualquer coisa parecida com o que viu, que gostou do que viu pode começar a praticar, que com certeza isso é bem possível. Isso me faz muito feliz, me faz muito bem e eu estou sempre colocando o público em contato com o outro, enquanto eu estou me apresentando. Então cada vez que me apresento eu trago essa energia e quando termina uma apresentação levo para outro lugar a energia também desse público. É uma coisa maravilhosa e que eu recomendo.
domingo, 15 de novembro de 2009
Entrevista com Zé do Caixão
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Um bate papo bem legal...
Foi muito legal ver a opinião dele sobre alguns outros aspectos como o fato dos filmes de terror terem mudado para algo mais sanguinário, a dificuldade de 'assustar' as novas gerações e também o terror como fator motivacional para crimes.
Quer conferir um pouquinho do bate papo que eu tive com esse cara? Confere aí no podcast abaixo, vale a pena...
Agradecimento especial à Gabi Nogueira do sessaodasseis.blogspot.com , que me ensinou como postar esse podcast.