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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Life in a Day

Nossa, não sei como esqueci de postar esse projeto fantástico. Na época que ele foi lançado eu estava em uma corria grande com o fim de semestre e a preparação para trabalhar em um festival de culturas tradicionais.

Navegando no youtube hoje percebi um ícone diferente ao lado da logo do site. Para bom entendedor, aquilo era sinal de novidade. Foi aí que eu relembrei do Life in a Day. A idéia basicamente é fazer um longa metragem de maneira colaborativa. Foi feita uma campanha para que no dia 24 de julho de 2010 os usuários do youtube enviassem pequenos vídeos do seu dia.



A partir daí, começou um trabalho extenso de decupagem dos mais de 80 mil vídeos enviados, totalizando quase 5 mil horas. Com a direção do Ridley Scott e Kevin Mcdonald, de todos os vídeos, 1025 tiveram cenas compuseram o filme final de 90 minutos que estreia hoje, 27/01/11, no Festival Sundance.


(Se tiver sem legenda, basta apertar no símbolo CC)

A exibição do vídeo no festival será transmitida ao vivo pelo youtube hoje a noite. Para mais informações é só entrar no canal do Life in a Day e conferir. Para quem perder a estreia, posteriormente o filme será divulgado no youtube, legendado em 25 idiomas diferentes.

Adoro pessoas ousadas e criativas, já falei isso várias vezes em vário posts. Fazer um longa metragem com uma sequência narrativa, de vário vídeos enviados, nas mais diferentes qualidades, mas mais diferentes línguas, de forma a representar um dia na Terra, realmente é de se admirar a iniciativa.

Essa história de vídeos coletivos já tem rolado a um tempo na internet e é algo que sempre gera uma grande resposta positiva se souber ser bem feito. Exemplos disso são os vídeos do MysteryGuitarMan e do Sour, fazendo um clipe musical usando imagens de várias webcams que ia se completando. Pra entender melhor é só dar uma conferida nos dois vídeos abaixo:



domingo, 16 de janeiro de 2011

He had it coming

Dando continuidade na série de posts musicais, vamos falar de um gênero de filme que eu não gosto muito: musicais. Mas não gosto de maneira geral, só que tem alguns filmes que eu acho MUITO bons, muito bem feitos e que a música te contagia.

De acordo com a nossa querida wikipédia, "filme musical é um gênero de filme, no qual a narrativa se apóia sobre uma sequência de músicas coreografadas, utilizando música, canções e coreografias como forma de narrativa, predominante ou exclusivamente."

Num tenho muita paciência pra coisas muito alegres, coloridas e teen. Sim, estou falando de High School Musical e coisas derivadas. Também acho desenhos animados, com suas musiquinhas alegres, muito ruins, chatos. Para tudo há um público, e definitivamente eu não sou o público desses exemplos acima.



Mas algumas coisas em cativam profundamente e me fazem baixar o filme, o disco, indicar os vídeos no youtube pra todo mundo e rever várias e várias vezes. E são alguns desses exemplos que eu vou postar por aqui. Começando com o filme The Blues Brothers, porcamente traduzido para "Os irmãos caras de pau". Não vou ficar aqui me alongano com sinopses e comentários sobre o filme, quem quiser entra no link aí no nome do longa metragem. O que importa aqui é divulgar algumas cenas que eu gosto e acho q vale a pena divulgar. A primeira é essa aí de cima, do Blues Brothers. Mas como eu gosto muito das músicas, tanto que o cd da "banda" não sai do meu celular, vou indicar mais uma na sequência.:



Continuando o passeio pelos poucos musicais que eu gosto, aqui vai um do Jack Black, Tenacious D, sempre fazendo piadinhas em situações quase absurdas. Detalhe para o tanto que o muleque que faz o Jack Black quando criança é identico ao músico. Se fosse filho mesmo não seria tão parecido. Outra observação importante a se fazer: com a participação do Dio logo no início, não dá pra perder, né?



E aqui uma das minhas partes favoritas do filme.... FUUUUUUUUUUCK. Gostar desse filme e não saber a letra dessa música não adianta nada.



Por último fica aqui a indicação do filme Chicago, o primeiro musical que me agradou. Mas como não agradar? Assassinatos, cabaré, vida boêmia, mulheres bonitas com danças sensuais... and All the Jazz....



Finalizando com chave de ouro, vou postar a cena de musical que eu mais gostei e mais assisti até hoje, também do Chicago. Por essas mulher eu aceitava as consequências finais, tais como "two warning shots... into his head..." ou o arsênico. Você entenderá o comentário vendo o vídeo abaixo.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Por que eu faço cinema?

Com a internet e as novas tecnologias para captura de imagens, todo mundo pode ser um cineasta em potencial. Ou, pelo menos, se julgar um. Atualmente todo celular fotografa e filma, filmadoras portateis ficam com o preço cada vez mais acessível, os programas de edição tornam-se cada vez mais populares, além de computadores, sites e internet progressivamente melhores e cada vez mais presentes na vida da população.

Vários sites, como por exemplo Vimeo, Youtube, FizTv e até mesmo blogs, possibilitam os aspirantes a realizadores divulgarem suas obras. Claro que isso nos leva a pensar na "maldita inclusão digital" (destaque no segundo vídeo), que possibilita cada pérola escrotamente infeliz na net.Mas essa postagem não é pra criticar nada, é pra fazer uma indicação. Pra todos os que querem conhecer um pouco mais sobre cinema, as tecnicas, opiniões de renomados diretores, tudo numa linguagem bem acessivel e com um site bem didático e divertido, basta entrar no Portal Tela Brasil.

Nesse portal é possível aprender um pouco da teoria cinematrográfica, conhecer um pouco da história do cinema, fazer oficinas online e executar exercícios "práticos":

"No portal Tela Brasil, o internauta pode participar das Oficinas Virtuais, nas quais percorre todo o processo de produção de um filme até chegar à sala de cinema. Oficinas de roteiro, produção, direção, fotografia, trilha sonora, montagem, pós-produção e até de exibição fazem parte do conteúdo disponível gratuitamente ao visitante do portal. Cada oficina também é composta por exercícios virtuais. O portal traz ainda muita informação: notícias, inscrições para festivais e cursos, dicas de lançamentos no cinema, filmografias e bibliografias." (Portal Tela Brasil)

Creio que quando você entrar no site, tudo mais que eu tenha a falar aqui se torna desnecessário. Então vou economizar minha digitação e seu tempo e paciência em ficar lendo essas divagações. O link do site tá aí em cima, a indicação está feita, então só não aproveita quem não quer.

Pra conhecer um pouco mais, dá uma conferida na matéria que o Zoom fez sobre o portal e de onde eu tirei a idéia pra fazer esssa postagem. Basta clicar aqui pra ver o vídeo.

Até mais pra você caro leitor
See your space cowboy

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Polícia para quem precisa de polícia

Antes de começar mais essa divagação, quero deixar bem claro que não estou generalizando. Porém também não dá pra deixar de comentar essa situação incomoda e também incoerente. Acho que o título desse post já diz muita coisa. Polícia para quem precisa de polícia. Será mesmo que é só bandido que precisa de ação da polícia? E que tipo de ação seria essa? Pra começar a entender melhor o que eu digo, saca só esse vídeo aqui:


Não é de hoje que eu não deposito total confiança nas instituições públicas, ainda mais na polícia, tanto civil, quanto militar, quanto ROTAM.... Estamos cansados de ouvir falar e muitas vezes até ser alvo da ignorancia e brutalidade desses "guardiões da segurança". Repetindo o que eu disse, não quero aqui generalizar nada, mas também não posso fingir que essas coisas não existem.

Um livro bem legal que aborda esse tema com muita propriedade é o Rota 66, do jornalista Caco Barcellos (Se quiser ver uma sinopse do livro e também conferir uma entrevista com o próprio autor, é só dar um clique aqui e outro bem aqui).

É necessário repensar a ação da polícia. Porém será que a sociedade realmente quer e aguentaria uma polícia correta. Porque, se pensarmos bem, só ficamos revoltados quando a polícia age contra pessoas de classe média e tal. Mas se polícia espancar assaltante, dar tiro no pé de "muleque de rua", isso ninguem questiona, porque tavam fazendo o que não devia. Tá, mas mesmo que não estivessem fazendo coisa certa, essa tática de ação é a mais eficiente e correta?

Morador de rua que fuma maconha e cheira pó é tudo traficante, vagabundo, criminoso, sem futuro e que merece apanhar, ser preso e se pisar fora da linha merece morrer. Mas estudante de classe média, branco, que fuma maconha e cheira pó é só um usuário, incompreendido pela família e sociedade e que precisa de ajuda psicológica, né? Aí quando a polícia age de maneira igual pros dois lados, a polícia é violenta, não respeita direitos humanos, né?

Escrevendo esse texto eu acabei mudando um pouco o meu foco. O erro não está na polícia. Não só na polícia, mas também na sociedade, nessa hipocrisia de merda. A um tempo atrás eu assisti um documentário, Notícias de uma guerra particular, que mostrava os três lados da violencia: os traficantes, os moradores e os policiais. É bem interessante para para analisar o ponto de vista dos três lados da sociedade. Quem quiser conferí-lo, é só entrar aqui nesse link do youtube que tem ele completo. Eu recomendo, realmente é muito bom. Mas só pra finalizar essa minha falação, vou fazer uma coisa bem típica de jornalista: vou colocar uma pessoa, falando com as palavras dela, algo que confirma o que eu disse anteriormente. Ê jornalismo que corrompe até uma mera opinião de blogueiro (rs). Só pra esclarecer, esse cara do vídeo era o Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro em 1999, época em que foi produzido esse documentário

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Todos tem o seu preço?

Já diz o ditado: Todo mundo tem um preço. E aí, será que é verdade? Tem um pessoal que pensa: Não, nem todo o dinheiro do mundo faz eu cometer determinada ação! Mas quem foi que falou em dinheiro? O dinheiro compra muita gente? Claro, não estou falando o contrário, mas há pessoas que não são tentadas pelo dinheiro. Porém a moeda não é sempre só o dinheiro. Todos possuem segredos, fobias, pontos fracos. Basta achá-los e terá a moeda de troca irrecusável. E você se pergunta: Então você acha que todo mundo tem um preço? Até você? Claro! Todos nos vendemos em algum determinado momento. Se, nesse momento, você está dizendo que não, é porque nunca te fizeram uma oferta ou então não acharam a moeda exata. Por que estou falando tudo isso? Novamente um filme. Quer coisa melhor pra ter novas idéia/opiniões/visões, seja lá o que for? Todo mundo sabe que baixo muitos filmes, de todos os estilos, de todos os países. A bola da vez é o tailandês 13 game sayawng.



O PARAGRAFO ABAIXO POSSUE PEQUENA DOSE DE SPOILER

O filme brinca com essa história de que todos tem um preço e também até onde as pessoas vão, do que elas são capazes. Todo mundo se liga nessa temática do filme, mas o que poucos prestão atenção é que tudo não passa de uma espécie de reality show. Ou seja, o filme brinca com a cumplicidade das pessoas que veem as outras "se vendendo" ou se degladiando, mas não fazem nada a não ser sentirem o prazer voyerista. Em várias cenas do filme podemos ver a inação humana. Novamente eu repito: filmes não são mera diversão. Revelam às pessoas, realidades e costumes que poucos se dão conta. Talvez passem a refletir após se identificarem com o filme. Talvez continuem pensando que tudo só acontece em filmes, que elas jamais ficariam vendo os outros confinados, fazendo coisas que são programadas pelos que assistem.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Tapete Vermelho

Filmes não são meros objetos de diversão ou distração. Sempre querem dizer algo mais do que a história linear. Não me entendam mal quando falo isso. Não estou querendo dizer que todo filme tem uma mensagem subliminar, ou algo altamente filosófico e mirabolante. Alguns até possuem, mas não é sobre isso que quero falar. Indo direto ao ponto hoje vou falar do filme "Tapete Vermelho" e vou usá-lo como exemplo do que quero dizer. O longa mostra Quinzinho tentando realizar a promessa de levar seu filho a um cinema para assistir ao filme do Mazzaropi. Como toda obra, há inumeras dificuldades até chegar-se ao êxito. E são essas dificuldades que mostram esse algo a mais que o filme quer passar. Mostrar alguns aspectos da realidade que muitas vezes estão na nossa frente e fingimos não ver, ou consideramos como só uma ceninha rápida de um filme. O sincretismo e as crenças religiosas, a situação dos sem-terras, os "superiores" sempre menosprezando os "inferiores", meninos de rua, dificuldade no acesso a bens culturais. Tudo isso faz parte do nosso cotidiano, mas encaramos apenas como uma cena rápida, sem importância para a história principal.




Deixando um pouco de lado essa divagação, falemos agora do longa metragem. A história se desenrola de maneira bem leve, com situações engraçadas, outras um pouco improváveis, mas de maneira cativante. As atuações são boas, revivendo o estilo dos filmes de Mazzaropi, retomando o estereótipo do "Jeca Tatu". Dá-se muita atenção a determinadas coisas, enquanto outras poderiam ter sido mais trabalhadas. Porém nada que desmereça a produção e faça o filme deixar de ser visto. Fica aí mais uma divagação sobre cinema, quem quiser dar algum crédito a esse escritor que mais viaja do que fala algo com sentido, fica aí a dica.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Cinema Nacional

Acabei de sair da frente da TV mais uma vez direto pro pc pra comentar sobre filme. Muita gente não gosta de filme nacional, diz que filmes brasileiros são chatos, não são bem produzidos e não sei mais o que. Certa vez fiz um minicurso de roteiro e direção e o oficineiro, que era espanhol, perguntou o que conheciamos e o que achavamos do cinema latino e do cinema nacional. Um dos participantes disse que tirando o cinema nacional, do resto ele até gostava. Pra minha surpresa (e até felicidade), o oficineiro retrucou: "O que você anda vendo? Eu conheço o cinema brasileiro e gosto muito do que é produzido aqui."

Não sei se é mania de considerar tudo o que vem de fora como sendo melhor, mas me irrita profundamente as pessoas denegrirem os longas nacionais. Não temos uma industria cinematográfica como Hollywood, não produzimos filmes bilhonário, não ganhamos dezenas de Oscars, mas temos sim filmes de boa qualidade.

Acabei de assistir o filme "Durval Discos". A história é aparentemente bem simples e previsível. Só que a diretora trabalha muito bem com a questão do disco, ou seja, o lado A e o lado B. O filme segue visivelmente essa analogia. No início se mostra uma comédia, algo mais leve, para só no lado B mostrar o outro estilo. Nessa segunda parte, o filme torna-se uma drama beirando o no nonsense e até mesmo ingredientes surrealistas.

Pelo que pude perceber, essa é uma obra que agradou a muitos e desagradou a muitos também. Conversando com algumas pessoas que não gostaram, percebi que era devido ao vício do cinema norte americano. Os hollywoodianos, em grande parte, não fazem pensar, são filmes auto explicativos, toda a história segue uma linearidade, com ações já conhecidas e tudo mais. Porém Durval Discos foge dessa coisa mastigada e lógica para brincar com a (ir)racionalidade e com os sentimentos.

A trilha sonora é outra coisa fantástica no filme. As músicas, todas retiradas de vinis de cantores ou grupos de sucesso, até parecem que foram feitas especialmente pro longa metragem. Elas se encaixam tão perfeitamente que quase fale a pena assistir só pela trilha sonora. As atuações também são um show a parte, junto com o cenário bem montado e decorado.

Uma ótima produção nacional, vale a pena conferir. Em breve faço mais postagens justificando e exemplificando o porquê do meu gosto pelo cinema nacional. Aqui tá um pedacinho do filme só pra deixar um gostinho, mas essa cena não revela a essência do filme, então não se enganem...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Yes!

Sim! Saido diretamente da televisão para a frente do computador. Estava assistindo um filme que minha irmã colocou no dvd. No começo não dava nada por ele, mas ainda bem que existem enganos. O filme era Yes man, ou em português, Sim Senhor!. Jim Carrey interpreta um cara que vivia (se é que poderia se chamar aquilo de vida) sua rotina, sempre dando desculpas para não fazer nada. Porém, a convite de outra pessoa, Carrey começa a participar de uma experiencia de auto-ajuda. Sim. Esse é o segredo. Dizer sim para tudo o que aparecer pela frente. No filme, muitas situações podem realmente acontecer, outras não, mas o que realmente importa é o SIM. O filme não foi feito para você acreditar em tudo e sair dizendo sim pra qualquer coisa que te perguntem ou proponham... Mas lança uma idéia legal a se pensar. O que é a vida sem riscos? Sem experiências? A rotina, padrão, monotonia matam o ser humano, podam todas as possibilidades.A vida é riscos, escolhas. Se vai ser bom, ruim, quais as consequências, isso descobre-se depois. O que vejo por aí muitas vezes são pessoas caindo no comodismo em busca de segurança. Pode ser divagação, mas afinal, esse blog não é justamente para isso? Não consigo ver a vida como um caminho certinho, bonitinho, no qual as pessoas nascem, brincam quando crianças, tem namorinhos quando jovens, estudam, trabalham, casam, constituem família, envelhecem e esperam a morte. Meu prazer é correr risco, apostar as fixas que eu tenho. Para que manter uma situação se eu posso estar sempre inovando, modificando? Viajar na cara dura, sem saber ao certo onde vai dormir, arriscar situações improváveis... Tudo pode virar uma história legal para se recordar ou contar em uma roda de amigos. Ou pode acabar dando tudo errado. Mas para que ficar cojitando as coisas? Façamos e descubramos depois.

Matanza mesmo já diz sabiamente: "Consequência qualquer coisa traz/ quando é bom nunca é demais/ e se faz bem ou mal, tanto faz... tanto faz...". E no final das contas, arrisque. Sim!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Um bate papo bem legal...

Encerrando as postagens sobre o que rolou em Sanca, nada melhor do que um bate papo sobre filmes de terror. Ah, não vai me dizer que você não gosta de filme de terror? Se você disse não, com certeza você pensou naqueles filmes trash, escrachados, beirando o grotesco e o comico. Isso foi algo comentado pelo Mauro Lussi, o palestrande de um minicurso sobre filmes de terror. O terror já passou por muitas transformações e se divíde em várias ramificações. Ideologias ocultas, tais como EUA X URSS ou Capitalismo X Socialismo, citações literárias dentro dos filmes e a satisfação muitas vezes sádica dos instintos foram algumas coisas que foram faladas nesse minicurso.

Foi muito legal ver a opinião dele sobre alguns outros aspectos como o fato dos filmes de terror terem mudado para algo mais sanguinário, a dificuldade de 'assustar' as novas gerações e também o terror como fator motivacional para crimes.
Quer conferir um pouquinho do bate papo que eu tive com esse cara? Confere aí no podcast abaixo, vale a pena...




Agradecimento especial à Gabi Nogueira do sessaodasseis.blogspot.com , que me ensinou como postar esse podcast.